Em muitos atendimentos clínicos, surge o relato de mulheres que, apesar de buscarem intensamente o prazer sexual — “querer gozar muito” —, experimentam o orgasmo como algo insuficiente, vazio ou mecânico. Frequentemente, esse quadro vem acompanhado de uma história de abuso sexual na infância, minimização por parte da família e experiências posteriores nas quais o corpo foi vivido como objeto de uso.
Leia Mais